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Lastro em cilindro para Side Mount, funciona?

Certa vez me enviaram uma pergunta sobre a colocação de lastro nos cilindros configurados em side mount, para resolver o problema de elevação dos mesmos quando abaixo de 150bar. A alegação era de que ficavam positivos e consequentemente muito altos com o decorrer do mergulho.
Cheguei a responder diretamente ao mergulhador sanando sua dúvida, mas comecei a me deparar com muitas informações, no mínimo estranhas, em diversos fórums e sites na internet. Por isso resolvi escrever uma série de artigos para esclarecer não só esse, mas vários outros pontos controversos, que infelizmente, são gerados por argumentos que estão sendo perigosamente deturpados como: “Side é liberdade de escolha e cada um usa como quer”, “Side Mount significa pendurar ao lado e pronto...”, “Não tem uma forma correta..., cada um configura da melhor forma para si...” e por aí vai.
Muito cuidado! Criar uma facilidade para se alcançar um fim, poderá colocar a sua vida em risco!
Antes de entrar na questão propriamente dita vamos entender melhor para que serve o lastro de maneira geral.
O lastro no mergulho serve tão somente para neutralizar a roupa de exposição, a densidade corporal do indivíduo (caso este seja positivo) e por fim o cilindro, que se tornará gradativamente positivo logo após o início do consumo do gas. Simples assim!
Então vamos lá:
Seguindo essa linha de raciocino logo vem o pensamento:  Como o cilindro fica positivo, vamos lastreá-lo, assim ele não ficará com a parte de trás para o alto e temos um problema resolvido, certo?
Se a resposta foi: Sim, está Errado! Entenda por que.
Vamos partir do princípio de que um mergulhador, em tese, use 10kg de lastro. (Número hipotético pra facilitar a conta).
Naturalmente duas hipóteses surgirão no momento de solucionar a distribuição desse peso:
Simplesmente adicionar mais 1 ou 2kg em cada cilindro e continuar usando a mesma quantidade de 10kg(habituais) no cinto de lastro ou sistema de lastro integrado.
Como resultado matemático, nesse modelo, esse mergulhador terá um total de 12 ou 14kg em todo o sistema de mergulho (mergulhador + equipamentos), o que o levará a fazer o mergulho super lastreado.
O super lastreamento do mergulhador só traz prejuízos, além de aumentar o consumo, desequilibra totalmente o trim bem como gera diversos problemas relacionados à segurança. Ou seja, essa solução prejudicou a eficiência e a segurança desse mergulhador, além de não ter resolvido 100% o problema do cilindro ficar pro alto, uma vez que quando estes chegarem abaixo de 90bar, mesmo com um pesinho neles, ainda vão tender a ficar pra cima.
Na segunda hipótese, o mergulhador pensa: Bingo! Descobri a solução! Vou somar 1kg ou 2kg de lastro que estará preso nos cilindros com mais 6 a 8kg no cinto de lastro ou sistema integrado e me mantenho dentro dos 10kg totais do sistema de mergulho (mergulhador + equipamentos) que uso habitualmente.
Nesse segundo caso o mergulhador não estará super lastreado e em um primeiro momento até solucionou o problema certo?
A resposta é: Parcialmente correto, porque?
Em relação à quantidade total de lastro o raciocínio está certo, ora, afinal somando todos os lastros esse mergulhador manteve-se dentro da quantidade de lastro ideal para ele que é de 10kg. Porém, como veremos a seguir, muitas situações inesperadas podem ocorrer.
Imagine uma emergência onde o mergulhador precise tirar todo o cilindro em uma situação no mount, como num enrosco ou até mesmo ter que doar o cilindro todo, onde esta seria a melhor opção para uma determinada situação? Não pense que esses cenários são de filme ou que seja impossível de acontecer, muito pelo contrário, ocorrem com maior frequência do que se imagina! Tenha sempre em mente que se uma coisa pode dar errado ela vai dar errado!
Então, no momento em que ele retirar o cilindro também perderá o lastro. Lembra que o lastro que estava preso no cilindro fazia parte da conta total que ele precisava para ficar equilibrado? Resumo: O mergulhador poderá ter que “lutar” muito para se manter no fundo ou pior, poderá perder a flutuabilidade e sofrer uma subida descontrolada podendo levar a um acidente mais grave.
Conclusão:
Como visto anteriormente a quantidade de lastro dever ser somente a suficiente para neutralizar tudo o que fica positivo durante o mergulho e nada mais.
Lastro não foi feito para “baixar a traseira” do cilindro que se levanta a medida em que ele vai ficando vazio. Esse problema é resolvido com a configuração correta do sistema de side mount como um todo que fará toda a diferença e resolverá essa questão de uma vez por todas e sem precisar lastrear os cilindros!
A sugestão é sempre usar a quantidade certa, distribuída de forma uniforme, no próprio cinto de lastro ou no seu sistema de lastro integrado para Side Mount, que são os lugares onde melhor se consegue ajustar o centro de gravidade e permite ter um alinhamento correto durante o mergulho!
Procure um instrutor com muita experiência, seja em qual área for, mas com experiência, para que você possa receber o máximo de informação e tirar o melhor proveito possível do seu treinamento, evitando colocar sua segurança em risco e jogar seu dinheiro fora.
Na próxima matéria falaremos sobre como e onde distribuir o seu lastro!
Espero que tenham gostado!
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Até a próxima.
Rodrigo Neuenschwander
Master Instructor PADI
DSAT Tec Side Mount Instructor | DSAT Tec Deep Instructor

Stage Dive, Monkey Dive ou Side Mount?

Você deve estar se perguntando, o que Stage dive e Monkey dive tem a ver com o side mount e o que esses termos realmente significam, certo?
Toda essa discussão começa movida pelo “boom” do side mount, que repentinamente tornou-se a “reinvenção da roda”, como uma espécie de moda que tem quer aproveitada a qualquer custo. Por isso, a abordagem vem sendo como a de uma simples especialidade, que não demanda nada mais nada menos, do que o aluno pendurar os cilindros do lado do corpo.
Não bastando, a comercialização já está banalizada, sim, pois tem website anunciando que os equipamentos necessários para o aluno fazer o curso são: “1 colete tipo asa ou back plate, 2 reguladores e uma mangueira longa”. Opa! Como assim? O aluno precisa de um back plate ou um colete tipo asa, para side mount? Dois reguladores e uma mangueira longa? E todo o resto do equipamento, fitas, mosquetões, mini HPs e etc? Não precisa?Infelizmente, o equipamento supra citado não é adequado para o mergulho em side mount, logo, nesse caso, o que o aluno aprenderá é o que a tradução sugere, “montar lateralmente” e pronto, mais um “stage diver” “formado”.
Para entendermos todo o processo vamos voltar um pouco no passado e na sequência definir “stage dive e monkey dive.”
O mergulho em side mount por si só é bem antigo, foi iniciado na década de 60 e até meados de 2008 foi privilégio de “caverneiros” muito experientes.
A partir de 2009, começou a ganhar força entre os mergulhadores chamados “recreativo” e que só podiam fazer os cursos de side mount com instrutores muito experientes, que tinham seu próprio curso aprovado e autorizado para ensino por sua certificadora, pois a mesma, ainda não disponibilizava o “side” de forma curricular ou tinham que fazer com um instrutor de outra agência que não a PADI. Dessa forma, pouquíssimos eram os instrutores capacitados para ensinar a modalidade e os que ensinavam eram realmente experientes.
Com o aumento da popularidade, as maiores certificadoras de mergulho do mundo, entre os anos de 2012/2013, decidiram liberar o ensino do curso de side mount open water, colocando-o em suas grades curriculares e permitindo que qualquer instrutor se tornasse um instrutor de side mount.
Atenção! Não é porque um instrutor tem muita experiência em um área, por exemplo naufrágio ou Tec que ele também vai ter em outra, por exemplo em side mount ou busca e recuperação.A comparação é simples, seria a mesma coisa que pedir para o Pitangui (um dos maiores cirurgiões estéticos do país) fazer um parto ou operar um joelho, por exemplo. A chance de algo dar errado é muito grande! Por mais que ele seja cirurgião e tenha uma vasta experiência em estética não sabe muita coisa ou até mesmo nada de parto ou joelho.
No side mount está acontecendo exatamente isso, instrutores com experiência em outras áreas, mas que ainda não tem experiência nenhuma na configuração, dando curso de side mount e o pior, simplesmente como sendo apenas mais um curso super simples.
Aluno em treinamento, com o uso proposital do cilindro para o alto.
Resultado, as falhas no ensino geram uma configuração incorreta dos cilindros de side mount, fazendo com que os mesmos fiquem iguais a um stage ou monkey, pendurados ao lado do corpo de cabeça para baixo, assim sendo o “side” já começa a ser visto de modo pejorativo. Como consequência, algumas pessoas já estão fazendo comentários em redes sociais dizendo que, o que estão vendo por ai não é side mount, mas nada mais nada menos, do que “Stage Divers” e “Monkey diveres”.
Entendendo os termos “STAGE” e “MONKEY DIVE” e suas consequências quando em side mount:
“Stage”, surgiu da necessidade de posicionar diversos cilindros ao logo de um percurso (estágios) para serem utilizados em determinadas partes do mesmo mergulho, sendo recolhidos e levados embora junto com o mergulhador ao final do mesmo. Esse tipo mergulho criando “stages” (estágios) é vastamente utilizado em cavernas com longos percursos.
Em águas abertas, normalmente o que mais vemos são os mergulhadores Tec, levando seus gases de descompressão (stages) pendurados ao lado do corpo durante todo mergulho para serem utilizados em determinados estágios da descompressão. Por conta disso, a associação ficou quase que natural. Logo, hoje em dia quando olhamos um cilindro pendurado de cabeça para baixo do lado do corpo de um mergulhador pensamos: “lá vai alguém com um “stage” pendurado”.
Monkey dive, é um tipo de mergulho com um cilindro somente, onde os mergulhadores prendem a parte do gargalo no d’ring do ombro, ficando o cilindro pendurado de cabeça para baixo ao lado do corpo do mergulhador, não demanda qualquer configuração. Não bastando, muitas vezes é comum encontrar mergulhadores somente com o cilindro abraçado de baixo do braço.
Tanto no uso de “stage” quanto no “monkey dive”, os cilindros ficam literalmente pendurados de cabeça para baixo na lateral, sem a preocupação com alinhamento.
Algumas imagens de internt, mostrando cilindros de diversos mergulhadores parecendo "stage".
Conclusão, com a péssima técnica de configuração oferecida e vista por ai juntamente com a falta de treinamento, os mergulhadores de side mout estão sendo confundidos com “stage divers” e “monkey divers”, pois, geralmente o que estão aprendendo é pendurar os cilindros ao lado do corpo e não configurá-los adequadamente.
Algumas consequências da má configuração:
1 – Arrasto
Uma das características do side mount é o conforto. Logo, o aumento de arrasto não é nada bem-vindo.
Ao transferirmos nossos cilindros das costas para o lado acabamos, naturalmente, criando um arrasto maior, pois crescemos muito lateralmente. Com um cilindro mal configurado (pendurado lateralmente de ponta cabeça), o arrasto comentado anteriormente irá aumentar de forma considerável, pois dessa forma teremos a resistência lateral somada a resistência vertical (da parte do cilindro que está para o alto), gerando um efeito hidrodinâmico muito indesejável. Como consequência teremos: o aumento do consumo, cansaço, fadiga na natação e etc.
2 – Colapsos ou aprisionamento.
O cilindro mal configurado em ambientes com teto torna-se perigoso por duas razões:
2.1 -A parte do cilindro que está para o alto pode tocar no teto fazendo com que haja colapso de algo ou danificando formações naturais que levaram anos para atingir um determinado estágio.
2.2 – A parte do cilindro que está para o alto pode se tornar um empecilho para que você se mova dentro de um ambiente com teto, não permitindo que você se locomova para trás por exemplo, agindo como um anzol, ou seja, você só consegue ir para frente pois para trás você fica preso. Por mais que existam técnicas para aprender sair dessa situação, não é nada agradável passar por uma.
3 – Perda do Cilindro
Como normalmente é feito com um cilindro somente, no Monkey dive, temos dois possíveis problemas:
1 –Cilindro preso de forma incorreta ou lugar incorreto, pode soltar-se e puxar o regulador da boca do mergulhador.
2 – Sendo carregado abraçado, maior ainda o risco de acidentalmente o cilindro se soltar do mergulhador e com isso puxar o regulador junto.
Infelizmente esses termos estão causando uma impressão negativa e denegrindo a eficiência do uso do side mount. Portanto, pesquise bem antes de procurar seu instrutor de side mount, questione sua experiência prévia com essa especialidade, quantos alunos ele já formou, se ele já teve um curso próprio aprovado pela certificadora, se ele filma seus alunos, se tem trabalho publicado, quantos mergulhos ele tem na configuração (procure um instrutor com no mínimo 300 mergulhos em side mount).
Não se deixe levar somente por possíveis títulos que um instrutor possa carregar, o que realmente importa é a experiência prévia que ele tem no assunto!
Como muitos sabem, fui um dos precursores do mergulho em side mount no Brasil, lutei desde de 2009 para que a especialidade fosse aceita e se tornasse popular no mundo recreativo, por isso, eu afirmo que, hoje em dia, ainda são poucos os instrutores no Brasil que realmente tem grande experiência com o uso dessa configuração, porém acredito que após um período de maturação de mais uns dois anos teremos ótimos instrutores da modalidade espalhados pelo nosso país!
Rodrigo Neuenschwander
Master Instructor
Side Mount Instructor desde 2009/2010
Tec Side mount Instructor
TEC instructor

Crossover SDI-TDI-ERDI o que é?

Bem vindos a bordo!
Como já divulgado amplamente no mercado, desde Janeiro desse ano, a International Training ganhou um escritório regional no Brasil que está sob nova direção, tem sede em Brasília e representa diretamente as agências SDI, TDI e a ERDI. Com isso a partir de agora será garantido aos brasileiros, emissão rápida de certificados, supremacia no atendimento ao consumidor, materiais promocionais e de ensino em português, logística eficiente, além de inúmeras e fantásticas novidades como o programa de Crossover!
Crossover em português significa atravessar ou fazer transição de um lado para outro. Justamente com esse propósito foi que International Traninig desenvolveu esse programa, oferecido através da SDI-Scuba Diving International e que também é conhecido como Programa de Familiarização.
Nesse momento você deve ter se perguntando: Hum, Basta me familiarizar?
Resposta: SIM!
E outra pergunta deve ter surgido: Mas porque seria tão simples?
Bom, para responder a essa pergunta vamos abordar dois pontos muito importantes, o WRSTC e na sequência a condição de Instrutor de Mergulho.
Para quem não conhece ou não sabe do que se trata, o WRSTC (World Recreational Scuba Training Counsil) é o órgão responsável pelo desenvolvimento dos padrões, normas de segurança e procedimentos mínimos de mergulho que devem ser implementados dentro dos cursos de mergulho oferecidos pelas agências.  A SDI Scuba Diving International é parte integrante do WRSTC com a SDI, SDI German e a SDI North America.
Quando falamos sobre a sua condição de instrutor, rapidamente deve vir a memória o quão difícil foi todo o processo de formação profissional. Procedimento este iniciado no Dive Master e depois finalizado no suado e angustiante processo do IDC/IEC ou IDC/IE ou qualquer outra nomenclatura dada para às partes que constituem as sessões de desenvolvimento e avaliação do curso de instrutores. Lembramos ainda que todo candidato a instrutor de mergulho que opta por concluir sua formação através de uma agência participante do WRSTC, tem que passar exatamente por isso.
Partindo de um raciocínio lógico, pensemos o seguinte: se alguém detém uma carteira de instrutor de mergulho emitida por qualquer uma das agências participantes do WRSTC, isso significa dizer que esse indivíduo passou, ou a menos deveria ter passado, por todos procedimentos e padrões necessários para tanto, logo, tornou-se um instrutor habilitado a ministrar aulas de mergulho. Caso a pessoa seja um instrutor de uma agência que não faz parte do WRSTC, isso não o desqualifica como instrutor, muito pelo contrário, a sua condição deve ser respeitada da mesma forma uma vez que também passou por um processo semelhante, porém algumas orientações adicionais serão passadas!
No caso específico do Brasil, percebemos que a maioria das certificadoras presentes no país fazem parte do WRSTC, salvo raras exceções, o que significa dizer que grande parte dos instrutores aqui formados seguiram os padrões e procedimentos mínimos internacionais.
Levando em consideração os pontos abordados, a SDI entende que se um instrutor está em status ativo e não tem nenhum tipo de problema com controle de qualidade em sua agência de origem, deve-se respeitar e levar em consideração a sua condição prévia de ensino como candidato ao crossover, visto que o que este já participara previamente de todos os processos de desenvolvimento (IDC) e avaliação (IEC) necessários, portanto, não nos cabe nesse momento, ensinar o que alguém já sabe! Por essa razão o nome Processo de Familiarização, que irá conduzir instrutores de outras certificadoras através dos novos procedimentos internos da SDI-TDI-ERDI os quais deverão seguir a partir do momento que a transição for finalizada.
Assim sendo, nosso processo de crossover é constituído de três simples e fáceis passos!
Primeiro passo: Acessar esse link, https://www.tdisdi.com/crossovers-from-qualified-agencies/ e verificar se sua agência encontra-se listada e atualizada para fazer o procedimento do crossover! Caso sua agência não esteja listada não se preocupe! Por favor, entre em contato com seu Instructor Trainer ou o RO (Escritório regional) para saber qual deverá ser o procedimento a ser seguido.
Segundo passo: Inscreva-se no website da SDI-TDI-ERDI como usuário. Para isso basta acessar www.tdisdi.com, na parte superior direita escolher a opção da língua em Português, logo abaixo do texto CONECTE-SE CONOSCO clicar no link Cadastre uma conta de usuário agora»  e preencher os seus dados! É muito rápido e fácil!
Terceiro e último Passo: Participar do curso de crossover (familiarização) com um Instructor Trainer. Esse é um programa é constituído por:
Uma pré avaliação do candidato e confirmação dos pré-requisitos, seção de teoria com aproximadamente 3hs de duração que irá cobrir a história e filosofia da International Training além dos padrões e procedimentos, programas e produtos da ou das agências que você possa se qualificar para ingressar.
Para o caso de crossover de instrutores de especialidades, o candidato deverá possuir no mínimo 30 alunos formados e no mínimo 15 alunos formados em cada nível específico e passar por orientação de como conduzir cursos de especialidades com o Instructor Treiner, ou 15 alunos formados e participar do curso de formação de instrutor especialista com Instructor Trainer para cada especialidade escolhida.
E para finalização, todas as dúvidas serão sanadas e os alunos receberão dicas de como promover os programas e se desenvolverem como instrutores SDI!
Para isso é necessário que o candidato compareça para o treinamento com toda a papelada requerida para que seja possível receber as equivalências das suas certificações profissionais. Essa papelada incluirá:
Carteira de Instrutor atual comprovação de estar ativo na sua agência – (Carteira de Instrutor + Comprovante da agência com seu status ativo);
Carteira(as) de instrutor de especialidades;
Relatório emitido pela agência de alunos formados;
Formulário Médico e Termos de Isenção de Responsabilidade e Risco preenchidos.
Ao final, toda a papelada será processada e a guia de pagamento emitida. O pagamento será efetuado na taxa de conversão do dólar do dia e será pago em Reais, podendo ser parcelado em até 5x sem juros!
A SDI-TDI e ERDI acreditam no desenvolvimento do mergulhador através do foco no ensino baseado na qualidade e nas experiências de campo, o que nos permitiu desenvolver programas altamente avançados e inovadores que vão de encontro às necessidades reais que mergulhador tem no dia a dia.
Além disso, nós respeitamos e valorizamos os instrutores formados dentro da nossa casa, bem como a toda carga de experiência que instrutores de outras agências que queiram vir fazer parte do nosso time possa trazer. Nós, de fato e de verdade, respeitamos você!
Venha fazer parte da maior e mais notória agência de mergulho Técnico do mundo e participar desse time! Contamos com sua presença, afinal:
NÓS LIDERAMOS. OS OUTROS SEGUEM.
Rodrigo Neuenschwander
SDI Instructor Trainer
TDI Instructor Trainer